É bom sonhar, mas não é bom sonhar tanto que não cheguemos a despertar do sono.É bom caminhar na vida olhando para as estrelas, mas é bom que vejamos onde pomos os pés.É bom fazer discursos, mas talvez devamos começar por falar uns rápidos minutos com aquele que muitas vezes não espera por nos ouvir.
E assim nasceu o TROCAS E BALDROCAS - Uma oportunidade para ouvir e falar, rir e chorar, sentir e partilhar!
"O que me comove tanto neste principezinho adormecido é a sua fidelidade a uma flor, é a imagem de uma rosa que, mesmo a dormir, brilha dentro dele como a chama de uma vela." in "O Principezinho"
"Atolavam-se na ilusão da felicidade que extraíam dos bens possuídos. Ora a felicidade o que é senão o calor dos actos e o contentamento da criação? Aqueles que deixam de trocar seja o que for deles próprios e recebem de outrem o alimento, nem que fosse o mais bem escolhido e o mais delicado, aqueles que ouvem subtilmente os poemas alheios sem escreverem os poemas próprios, aproveitam-se do oásis sem o vivificarem, consomem cânticos que lhes fornecem, e fazem lembrar os que se apegam às mangedouras no estábulo e, reduzidos ao papel de gado, mostram-se prontos para a escravatura. "
Adoro esse livro... Às vezes ainda vou lá dar uma espreitadela :p
ResponderEliminarMinha rosa, o meu jardim fica tão mais bonito contigo.
ResponderEliminarDelicioso
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ResponderEliminar"O que me comove tanto neste principezinho adormecido é a sua fidelidade a uma flor, é a imagem de uma rosa que, mesmo a dormir, brilha dentro dele como a chama de uma vela." in "O Principezinho"
ResponderEliminarMigo adorei este post!
Simplesmente LINDO!
"Atolavam-se na ilusão da felicidade que extraíam dos bens possuídos. Ora a felicidade o que é senão o calor dos actos e o contentamento da criação? Aqueles que deixam de trocar seja o que for deles próprios e recebem de outrem o alimento, nem que fosse o mais bem escolhido e o mais delicado, aqueles que ouvem subtilmente os poemas alheios sem escreverem os poemas próprios, aproveitam-se do oásis sem o vivificarem, consomem cânticos que lhes fornecem, e fazem lembrar os que se apegam às mangedouras no estábulo e, reduzidos ao papel de gado, mostram-se prontos para a escravatura. "
ResponderEliminarAntoine de Saint-Exupéry, in "Cidadela"